Vazamento recorde de dados do Pix mobiliza Banco Central
Um vazamento de dados do Pix, considerado o maior da história do sistema, expôs 46,9 milhões de chaves vinculadas a 11 milhões de pessoas.

O incidente ocorreu entre 20 e 22 de julho, por meio do Sisbajud, e mobilizou o Banco Central e o CNJ, que acionaram a Polícia Federal e a ANPD para investigar o caso. Autoridades alertam para o risco de golpes utilizando as informações vazadas.
O que aconteceu
Trata-se do maior vazamento envolvendo chaves Pix já registrado no Brasil, superando incidentes anteriores, como o de 2021, que atingiu cerca de 400 mil chaves
Pela primeira vez, o vazamento ocorreu fora do ambiente das instituições financeiras, por meio do Sisbajud, sistema do Conselho Nacional de Justiça usado para busca de ativos judiciais
Dados expostos
Foram divulgadas informações cadastrais, como:
Nome completo do usuário
CPF
Chave Pix
Instituição financeira, agência e tipo de conta
Datas de eventuais cancelamentos das chaves
Foram preservados dados sensíveis como senhas, saldos, movimentações ou qualquer acesso às contas bancárias.
Respostas das autoridades
O Banco Central informa que tomou as medidas necessárias para investigação e decidiu comunicar publicamente o incidente mesmo sem a obrigação legal, em respeito à transparência.
O CNJ está à frente da coordenação das próximas etapas de apuração e já acionou a Polícia Federal e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
A população foi alertada sobre tentativas de golpes que utilizem dados expostos; o CNJ reforçou que não entrará em contato diretamente por nenhum meio (SMS, e-mail ou ligação) num primeiro momento.
Em breve, será disponibilizado um canal oficial de consulta para quem deseja verificar se foi afetado — informações serão divulgadas no site do CNJ.
Recomendações práticas
Mantenha atenção a comunicações suspeitas envolvendo suas chaves Pix ou CPF.
Nunca compartilhe seus dados bancários ou pessoais por telefone, SMS ou e-mail de fontes não verificadas.
Caso tenha sido impactado, utilize o canal oficial do CNJ quando for lançado e permaneça atento às orientações de segurança.
A Ozaca, em parceria com a Athen Data, reforça seu compromisso com a segurança da informação e proteção de dados.
O que aconteceu
Trata-se do maior vazamento envolvendo chaves Pix já registrado no Brasil, superando incidentes anteriores, como o de 2021, que atingiu cerca de 400 mil chaves
Pela primeira vez, o vazamento ocorreu fora do ambiente das instituições financeiras, por meio do Sisbajud, sistema do Conselho Nacional de Justiça usado para busca de ativos judiciais
Dados expostos
Foram divulgadas informações cadastrais, como:
Nome completo do usuário
CPF
Chave Pix
Instituição financeira, agência e tipo de conta
Datas de eventuais cancelamentos das chaves
Foram preservados dados sensíveis como senhas, saldos, movimentações ou qualquer acesso às contas bancárias.
Respostas das autoridades
O Banco Central informa que tomou as medidas necessárias para investigação e decidiu comunicar publicamente o incidente mesmo sem a obrigação legal, em respeito à transparência.
O CNJ está à frente da coordenação das próximas etapas de apuração e já acionou a Polícia Federal e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
A população foi alertada sobre tentativas de golpes que utilizem dados expostos; o CNJ reforçou que não entrará em contato diretamente por nenhum meio (SMS, e-mail ou ligação) num primeiro momento.
Em breve, será disponibilizado um canal oficial de consulta para quem deseja verificar se foi afetado — informações serão divulgadas no site do CNJ.
Recomendações práticas
Mantenha atenção a comunicações suspeitas envolvendo suas chaves Pix ou CPF.
Nunca compartilhe seus dados bancários ou pessoais por telefone, SMS ou e-mail de fontes não verificadas.
Caso tenha sido impactado, utilize o canal oficial do CNJ quando for lançado e permaneça atento às orientações de segurança.
A Ozaca, em parceria com a Athen Data, reforça seu compromisso com a segurança da informação e proteção de dados.
Fonte: Athen Data







