Brasil entre os líderes mundiais em vazamentos de dados
Mais de 10 milhões de contas foram expostas no país apenas nos primeiros três meses de 2024, segundo relatório internacional.

O que aconteceu
O Brasil permanece entre os países com maior número de vazamentos de dados no mundo, ocupando a 8ª posição global e o 1º lugar na América Latina, de acordo com levantamento recente da Surfshark, empresa especializada em segurança digital. O relatório revela que, somente no primeiro trimestre de 2024, mais de 10 milhões de contas de brasileiros foram comprometidas, revelando um cenário alarmante de vulnerabilidade digital.
Esse número representa um crescimento significativo em relação aos trimestres anteriores e coloca o Brasil à frente de países como França, Itália e Reino Unido. Desde que a pandemia impulsionou a digitalização acelerada de serviços, as brechas de segurança se tornaram ainda mais evidentes. Instituições públicas e privadas têm enfrentado dificuldades em manter a integridade dos dados, e muitos incidentes sequer são detectados ou comunicados adequadamente.
Entre as principais causas dos vazamentos estão a falta de atualização de sistemas, uso de senhas fracas, armazenamento inseguro de informações e ausência de políticas estruturadas de cibersegurança. Outro fator preocupante é o desconhecimento ou descumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que estabelece diretrizes para o tratamento de dados pessoais no Brasil.
Especialistas em segurança da informação apontam que, embora a LGPD tenha sido um avanço importante, muitas empresas ainda tratam a proteção de dados como um custo, e não como um investimento estratégico. “É necessário ir além da adequação legal. O cenário exige cultura de segurança, capacitação constante das equipes e adoção de tecnologias como criptografia, autenticação multifator e inteligência artificial para prevenção de ataques”, afirma o engenheiro de segurança digital Eduardo Borges.
Em resposta ao aumento dos vazamentos, cresce também a demanda por soluções tecnológicas avançadas, como plataformas de monitoramento em tempo real, firewalls inteligentes e certificados digitais que garantem a integridade e autenticidade das transações online. Empresas que investem em cibersegurança também tendem a ganhar mais credibilidade com o público e a evitar prejuízos financeiros e jurídicos.
A expectativa é que, com maior conscientização sobre os riscos e a aplicação efetiva da legislação, o Brasil consiga reverter esse cenário nos próximos anos. Enquanto isso, a recomendação é clara: proteger dados deve ser prioridade absoluta – tanto para empresas quanto para cidadãos.
A Ozaca, em parceria com a Athen Data, reforça: cibersegurança não é custo, é investimento estratégico. Proteger dados evita prejuízos financeiros, danos à reputação e mantém a confiança do cliente.
O Brasil permanece entre os países com maior número de vazamentos de dados no mundo, ocupando a 8ª posição global e o 1º lugar na América Latina, de acordo com levantamento recente da Surfshark, empresa especializada em segurança digital. O relatório revela que, somente no primeiro trimestre de 2024, mais de 10 milhões de contas de brasileiros foram comprometidas, revelando um cenário alarmante de vulnerabilidade digital.
Esse número representa um crescimento significativo em relação aos trimestres anteriores e coloca o Brasil à frente de países como França, Itália e Reino Unido. Desde que a pandemia impulsionou a digitalização acelerada de serviços, as brechas de segurança se tornaram ainda mais evidentes. Instituições públicas e privadas têm enfrentado dificuldades em manter a integridade dos dados, e muitos incidentes sequer são detectados ou comunicados adequadamente.
Entre as principais causas dos vazamentos estão a falta de atualização de sistemas, uso de senhas fracas, armazenamento inseguro de informações e ausência de políticas estruturadas de cibersegurança. Outro fator preocupante é o desconhecimento ou descumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que estabelece diretrizes para o tratamento de dados pessoais no Brasil.
Especialistas em segurança da informação apontam que, embora a LGPD tenha sido um avanço importante, muitas empresas ainda tratam a proteção de dados como um custo, e não como um investimento estratégico. “É necessário ir além da adequação legal. O cenário exige cultura de segurança, capacitação constante das equipes e adoção de tecnologias como criptografia, autenticação multifator e inteligência artificial para prevenção de ataques”, afirma o engenheiro de segurança digital Eduardo Borges.
Em resposta ao aumento dos vazamentos, cresce também a demanda por soluções tecnológicas avançadas, como plataformas de monitoramento em tempo real, firewalls inteligentes e certificados digitais que garantem a integridade e autenticidade das transações online. Empresas que investem em cibersegurança também tendem a ganhar mais credibilidade com o público e a evitar prejuízos financeiros e jurídicos.
A expectativa é que, com maior conscientização sobre os riscos e a aplicação efetiva da legislação, o Brasil consiga reverter esse cenário nos próximos anos. Enquanto isso, a recomendação é clara: proteger dados deve ser prioridade absoluta – tanto para empresas quanto para cidadãos.
A Ozaca, em parceria com a Athen Data, reforça: cibersegurança não é custo, é investimento estratégico. Proteger dados evita prejuízos financeiros, danos à reputação e mantém a confiança do cliente.
Fonte: Athen Data







